segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Monstro das Bolachas


Depois da 6ª bolacha maria que comeu de enfiada e com o mesmo ar de esfomeado...

- Mãmã, batata, batata, batata... (*)

- Outra António?

- Outa batata, batata, batata...

- Tu pareces o monstro das bolachas!!

- Mouto batata, mouto batata...

E assim ficou. A repetir que era o Monstro das Bolachas, personagem que nos marcou a todos na suas espectaculares aparições na Rua Sésamo, e que o meu filho não conhece visualmente, mas com o qual tem uma infinidade de pontos em comum... Não só o gosto em comer bolachas mas a form a como o faz, com o rasto de migalhas que deixa à sua volta...



(*) Batata é bolacha na linguagem do António... Faz questão de gritar "Batata" quando quer uma bolacha. Quem não sabe, ou seja o comum dos trausentes que assista a uma destas cenas pensa que o meu filho só come batatas e que a crise chega mesmo a todos!


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O dia do julgamento "não final"

Hoje todos os olhos estão virados para a leitura da sentença do caso mais longo da justiça portuguesa...
Por entre várias opiniões mais científicas ou não, e depois de tantos recursos, de tantas reviravoltas, de tantas testemunhas (mais de 1000 julgo!), confesso que estou super curiosa em relação ao que vai ser sentenciado!
E mesmo sabendo que a Justiça Portuguesa tem uma relação muito própria com o sinal matemático mais infinito... e que os recursos são possíveis até à exaustão, estou ansiosa para que algo saia dali.
Independentemente de tudo, o julgamento público já foi feito, e as vidas de todos os envolvidos jamais serão as mesmas, mesmo que a inocência lhes seja atríbuida.
Claramente o dia-a-dia de todos nós mudou depois de rebentar esta bomba.
Olhamos para o desconhecido com mais receio e com mais temor.
As nossas ruas e os nossos jardins já não têem crianças a brincar sózinhas.
Os pais passaram a estar mais atentos e mais alarmados.
A vida tornou-se mais dura, mais complicada, mais aterrorizante.
Tudo se tornou mais cru, mais exposto, sempre existiu pedofilia, mas ninguém queria falar nisso, ninguém podia apontar o dedo, agora... abriu-se uma brecha e não podemos negar os efeitos que isso trouxe para as nossas vidas particulares e para a sociedade que nos rodeia.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

MM'S


5 por noite, nem sabem o bem que vos fazia!!!

Quando acabarem vou chorar e ...

comprar mais!

Quando o touro vem de mansinho

e nos fala como se fôssemos muito amiguinhos...
e nos olha nos olhos com meiguiçe...
e não mostra o mínimo de altivez ou superioridade...
e não transmite aquela mensagem subliminar - vais levar uma marrada minha!
Quando alguém a quem apelidamos de "Master in Command" vira compincha, a malta fica com medo, muito medo...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os homens e as doenças (as a sério!!!)

Ainda ninguém me conseguiu explicar por que é que os homens no geral (claro que há excepções...) são tão pouco "machos", "fortes" e "valentes" quando estão um bocadinho doentes...
Toda a vida, desde que se lembram de ser gente, levam com a cultura macho-men "tens de ser forte, tens de correr muito, tens de saber jogar à bola, não podes chorar porque os homens não choram, não sejas maricas, faz moche, engata miúdas, bebe cerveja, tens de ser o garanhão, tens de ser isto e aquilo..." mas penso que nunca lhes disseram "quando estiveres doente, pensa apenas sobre isso, faz-te de vítima, pensa que és um desgraçadinho, que te vai cair o braço esquerdo só porque tens uma dor de estômago, queixa-te muito, não te levantes da cama para nada, faz beiçinho, esqueçe a parte do macho-men e vira florzinha..."
Por que é que isto acontece?
Alguém sabe?
Alguma teoria sociológica irrefutável?
Se sim e para o bem da sanidade mental das mulheres deste planeta blogosferico digam qualquer coisa!

Guilty pleasures


Ontem perguntaram-se se eu não tinha...

e como toda a gente que se preze, tenho!

e vários...

Aqui vai um


e outro


e outro



entre muitos outros bem mais pirosos, mas confesso que sei as letras de trás para a frente e se tenho a sorte de ouvir no carro, ponho o volume no máximo...

Tenho de sintonizar a Romântica.fm, está visto!!!

Sem sentimentos de culpa!

Doença

Sofro de uma pandemia grave...
Síndroma traumatico pós-férias, ou melhor dizendo sensação-estranha-de-que-não-vou-ter-férias-tão-cedo.
E esta doença manifesta-se das mais incríveis formas, passo a exemplificar:
- Comprar roupa de verão como se ele estivesse a começar
- Ver bikinis nas lojas e gostar de todos
- Pesquisar viagens na net como se não houvesse amanhã
- ver o tempo no windguru para todas as praias que conheço e para as que não conheço
- armar-me em agente de viagens para os amigos que ainda não foram de férias e ter montes de inveja deles (Sentimento bom...)
- não conseguir arrumar os bronzeadores e as toalhas de praia...
- entre outros

Ontem percebi que o António sofre da mesma doença e não há vacina para isto!!
Quando chegávamos a casa da avó começou a gritar "Mãmã, mãmã, PAIA, PAIA!! Paia caqui..." (traduzo Mãmã a Praia é Aqui!!)... Ao que eu respondi: -Não António, ali é o Rio Tejo....e não a praia...
Ele não ficou muito convencido e acho que por breves momentos na sua imaginação de dois anos, as margens do rio Tejo podiam perfeitamente ser a praia...
E porque não??