Sempre que nasce um bébé a magia acontece.
Podia ser um spot publicitário.
Podia ser uma frase gravada nas paredes das maternidades.
Podia ser o titulo de uma canção de embalar.
Quando um bébé nasce, a casa enche-se de sons e de perfumes novos. Não vamos falar da parte menos boa, das noites mal dormidas, das cólicas, das mazelas...
Este post quer-se feito e escrito com magia.
No dia em que chegámos do Brasil fomos recebidos com a melhor notícia de todas - o nascimento do Francisco. Nesse mesmo dia e depois de umas férias fabulosas rodeada de amor, fui abençoada com esta magia que é o nascimento de um bébé, pude pegar nele ao colo, sentir aquela respiração tão suave mas já tão ritmada.
A história deste bébé é especial.
Tão especial que emociona.
Tão sagrada que as palavras podiam ser poucas para serem fieis ao valor de toda a história e dos seus principais intervenientes.
A história do Francisco teve o melhor desfecho de todos. Eu acredito cada vez mais que o amor vence barreiras, muitas vezes daquelas que se dizem cientificas e à prova de tudo. A cada dia que passa sou mais crente na força humana, que tem muitas vezes (mais do que possamos esperar) aquele "pó de fada" que é invisivel aos olhos e só ganha cor nos corações de quem ama.
Estou inspirada? Lamechas? Com discurso pouco claro?
Talvez...
I call it magic.
É no carro que me ocorrem as ideias, os pensamentos, as parvoeiras. Falo alto no carro e canto (por vezes), tiro conclusões e faço teorias dignas de doutoramento... Aqui passo para a escrita o que o meu carro ouve...e os meus cuquedos também :)
quinta-feira, 16 de abril de 2015
5 horas
Quando tres pessoas que nao se veem há alguns meses se juntam á mesa, falam durante 5 horas e a sensaçao que fica é como se esta conversa longa acontecesse numa base diaria e como se todos os dias aquelas tres pessoas se juntassem ali ou em qualquer outro sitio, porque o que mais importa é a dinamica da coisa...quando isto acontece podemos estar a assistir a uma quase irmandade...Eu prefiro chamar-lhe de amizade pura..Falta uma para completar o ramalhete que havia e esta ausência é sempre lembrada na média de 5 horas de conversa que terminam invariavelmente com os empregados do restaurante a implorarem com o olhar para que haja um desfecho para tanto tricotar.
3 amigas de infancia que cresceram juntas com as borbulhas dos 14 anos, as primeiras saidas aos 15, com os desafios da vida aos 30's...Hajam mais 5 horas por favor e com mais frequencia pois a pergunta que se impõe é apenas uma : como é que conseguimos estar tanto tempo sem nos vermos?
3 amigas de infancia que cresceram juntas com as borbulhas dos 14 anos, as primeiras saidas aos 15, com os desafios da vida aos 30's...Hajam mais 5 horas por favor e com mais frequencia pois a pergunta que se impõe é apenas uma : como é que conseguimos estar tanto tempo sem nos vermos?
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Viajar com miúdos - challenge
Viajar com crianças é o verdadeiro desafio.
E começa primeiro na escolha do destino que nos deixa sempre com algumas limitações, por vezes vistas por outras culturas como excesso de zelo e de preocupação. Não é novidade para ninguém que em Portugal (e julgo que em grande parte dos países do sul da Europa) os pais e mães são menos descontraídos no que ao bem-estar dos filhos diz respeito. As pessoas do norte da Europa são tipicamente mais relaxadas em levar os filhos para todo o lado, seja a Australia ou o Peru... vão atrás e acabou. Seja com mochila às costas ou para hotel de cinco estrelas. O que interessa é ir e no concerns!
Pois eu faço parte da forma chicken-tuga de ser... e qualquer viagem com cariz de Aventura já me traz noites mal dormidas e preocupações de maior.
Por isso riscámos Panamá da lista... e outros países da América Central e do Sul que tanto queremos visitar.
É deixar crescer mais um bocadinho... para ver se a mala de medicação diminui de volume.. Se para o Brasil já foi o que foi, nem imagino como seria se fôssemos para o meio da floresta tropical.
Viajar com miúdos tem tanto de desafiante como de compensador. As horas de voo e de espera nos aeroportos são facilmente ultrapassadas com o facto de perceberemos e sentirmos o quanto foi bom para eles aterrar nm outro país, sentirem outro clima, outras temperaturas, perceberem outras formas de falar o português, saborearem outras comidas e outros sabores, sentirem a tristeza de um adeus a um amigo que conheceram. A partilha de tudo isto, os sorrisos e aqule brilhozinho nos olhos valem tanto.. Daqui a uns anos poderá fazer parte de uma lembrança vaga nas suas cabeças... mas vai ser objecto de muitas conversas e recordações. Das boas.
E começa primeiro na escolha do destino que nos deixa sempre com algumas limitações, por vezes vistas por outras culturas como excesso de zelo e de preocupação. Não é novidade para ninguém que em Portugal (e julgo que em grande parte dos países do sul da Europa) os pais e mães são menos descontraídos no que ao bem-estar dos filhos diz respeito. As pessoas do norte da Europa são tipicamente mais relaxadas em levar os filhos para todo o lado, seja a Australia ou o Peru... vão atrás e acabou. Seja com mochila às costas ou para hotel de cinco estrelas. O que interessa é ir e no concerns!
Pois eu faço parte da forma chicken-tuga de ser... e qualquer viagem com cariz de Aventura já me traz noites mal dormidas e preocupações de maior.
Por isso riscámos Panamá da lista... e outros países da América Central e do Sul que tanto queremos visitar.
É deixar crescer mais um bocadinho... para ver se a mala de medicação diminui de volume.. Se para o Brasil já foi o que foi, nem imagino como seria se fôssemos para o meio da floresta tropical.
Viajar com miúdos tem tanto de desafiante como de compensador. As horas de voo e de espera nos aeroportos são facilmente ultrapassadas com o facto de perceberemos e sentirmos o quanto foi bom para eles aterrar nm outro país, sentirem outro clima, outras temperaturas, perceberem outras formas de falar o português, saborearem outras comidas e outros sabores, sentirem a tristeza de um adeus a um amigo que conheceram. A partilha de tudo isto, os sorrisos e aqule brilhozinho nos olhos valem tanto.. Daqui a uns anos poderá fazer parte de uma lembrança vaga nas suas cabeças... mas vai ser objecto de muitas conversas e recordações. Das boas.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Dos livros
e da companhia que eles representam na minha vida..
Não conseguem ser destronados nem por tablets, nem por ipads, nem por smart coisas desta vida.
O que eu adoro mais nos livros... o cheiro das folhas.
A imagem de os ver em cima da minha mesa de cabeçeira, muitas vezes empilhados, porque até gosto de os ter aos trios...
Desde pequena que amo de paixão este acto de silêncio e de imaginação.
Os cuquedos todos os dias teem direito à leitura de uma ou duas histórias antes de dormir. E quando me vêem a ler os meus livros ficam muito curiosos com o facto de eu não ler em voz alta, como faço quando estou a ler para eles as suas histórias.. "Mãe mas tu não estás a ler!!! Não falas?!!!"
Descobri à pouco tempo a escrita do Jose Luis Peixoto.
Adorei as Galveias..
e estou a adorar este...para quem gosta do género aconselho vivamente.
Não conseguem ser destronados nem por tablets, nem por ipads, nem por smart coisas desta vida.
O que eu adoro mais nos livros... o cheiro das folhas.
A imagem de os ver em cima da minha mesa de cabeçeira, muitas vezes empilhados, porque até gosto de os ter aos trios...
Desde pequena que amo de paixão este acto de silêncio e de imaginação.
Os cuquedos todos os dias teem direito à leitura de uma ou duas histórias antes de dormir. E quando me vêem a ler os meus livros ficam muito curiosos com o facto de eu não ler em voz alta, como faço quando estou a ler para eles as suas histórias.. "Mãe mas tu não estás a ler!!! Não falas?!!!"
Descobri à pouco tempo a escrita do Jose Luis Peixoto.
Adorei as Galveias..
e estou a adorar este...para quem gosta do género aconselho vivamente.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Brasil
Escrevo antes que o resto dos dias varram as memórias da semana fabulosa que passámos no Brasil.
Fomos numa grande viagem a 4. O primeiro teste de voo longo para os miúdos correu inesperadamente bem.
O país, apesar de diametralmente diferente do que encontrámos há uns anos atrás numa viagem ao Rio, não nos deixou ficar mal. As pessoas e o calor que conforta, que nos deixa numa boa, continuam intocáveis. As praias, as paisagens, a água do mar quente e revolta, os sabores das frutas do café da manhã ... isso continua deliciosamente igual.
E ainda bem.
Os cuquedos ficaram fãs do Brasil, com vontade de voltar. Fizeram amigos de quem se vão recorder muitas vezes (quem sabe se não vêem fazer uma visita a Portugal?), jogaram peladinha à séria em jogos brasil/Portugal contra o uruguai... qual Copa Mundo. Fizeram-nos assistir a todos os shows musicais do Hotel e comer sorvetes Zeca a toda a hora.
Foi tão boa esta viagem que aé deu direito a corridas gostosas na praia logo pelas 6 da manhã, quando o sol já aquecia e bem!
Antes que a loucura dos dias que correm sem parar e sem dar tréguas me apaguem da memória tão boas recordações... ficam as fotos entre centenas para mais tarde recordar.




Fomos numa grande viagem a 4. O primeiro teste de voo longo para os miúdos correu inesperadamente bem.
O país, apesar de diametralmente diferente do que encontrámos há uns anos atrás numa viagem ao Rio, não nos deixou ficar mal. As pessoas e o calor que conforta, que nos deixa numa boa, continuam intocáveis. As praias, as paisagens, a água do mar quente e revolta, os sabores das frutas do café da manhã ... isso continua deliciosamente igual.
E ainda bem.
Os cuquedos ficaram fãs do Brasil, com vontade de voltar. Fizeram amigos de quem se vão recorder muitas vezes (quem sabe se não vêem fazer uma visita a Portugal?), jogaram peladinha à séria em jogos brasil/Portugal contra o uruguai... qual Copa Mundo. Fizeram-nos assistir a todos os shows musicais do Hotel e comer sorvetes Zeca a toda a hora.
Foi tão boa esta viagem que aé deu direito a corridas gostosas na praia logo pelas 6 da manhã, quando o sol já aquecia e bem!
Antes que a loucura dos dias que correm sem parar e sem dar tréguas me apaguem da memória tão boas recordações... ficam as fotos entre centenas para mais tarde recordar.





segunda-feira, 23 de março de 2015
A emoção de correr
Ontem cumpri mais uma etapa.
Fiz a minha primeira meia maratona oficial.
Correr tem tudo de fisico, de dor e de superação.
Mas a cada km percorrido e a cada prova que se aproxima, o racional e o pace que o garmin calcula começa a ser acompanhado com a emoção, com um pouco de loucura e até com alguma espiritualidade.
Estive inscrita na meia ou pensava eu que estava inscrita na meia desde o inicio do ano. Na quinta feira recebi um mail do grupo ao qual pertencia que tinham existido problemas e que já não tinhamos os dorsais garantidos. Fiquei arrasada. A prova que eu esperava fazer há tanto tempo a escapar-me por entre os dedos, por questões burocráticas...
Não dormi bem nessa noite, sonhei com a prova, com a partida, com a chegada e com o durante.
No dia seguinte uma amiga conseguiu-me um dorsal em nome de outra pessoa, mas que se lixe, o que interessava era ir!! (ponderei até ir com um dorsal falseado)
E no meio de todas estas incertezas e reviravoltas fui. Sem a minha companheira de corridas, por motivos de lesão... Fui, com um nervoso miudinho que me tirou horas de sono, mas fui.
E foi duro, durissimo.
Imenso calor e imensa gente. Não consegui usufruir da passagem na ponte como eu tanto desejava, porque estava mais focada em não ser albarroada por alguém e não tirar os olhos do caminho!
Estava a bom ritmo até ao km 13 quando as pernas começaram a ceder e o calor extenuante me deixou literalmente sem chão! Quebra de tensão, falta de açucar, desidratação... Qualquer origem pode ser válida. Fiz tudo o que consegui para evitar, bebi agua em todos os pontos, tomei o gel energético, molhei a cara, a cabeça, o pescoço... Perdi uns bons minutos neste impasse e foi doloroso recomeçar e enfrentar o que ainda faltava para terminar..
Foi uma estreia com suor, sangue (sim pés ensaguentados no fim) e lágrimas (de alegria) quando terminei! Dei por mim a falar sózinha nesta parte final, a murmurar em surdina
"aguenta-te aguenta-te...!!).
Se isto da corrida não é para todos.. seguramente que não... E tem mais de espiritualidade do que um relógio garmin pode mostrar!
p.s. este blog está a tornar-se um blog de corrida... mas não é!
Fiz a minha primeira meia maratona oficial.
Correr tem tudo de fisico, de dor e de superação.
Mas a cada km percorrido e a cada prova que se aproxima, o racional e o pace que o garmin calcula começa a ser acompanhado com a emoção, com um pouco de loucura e até com alguma espiritualidade.
Estive inscrita na meia ou pensava eu que estava inscrita na meia desde o inicio do ano. Na quinta feira recebi um mail do grupo ao qual pertencia que tinham existido problemas e que já não tinhamos os dorsais garantidos. Fiquei arrasada. A prova que eu esperava fazer há tanto tempo a escapar-me por entre os dedos, por questões burocráticas...
Não dormi bem nessa noite, sonhei com a prova, com a partida, com a chegada e com o durante.
No dia seguinte uma amiga conseguiu-me um dorsal em nome de outra pessoa, mas que se lixe, o que interessava era ir!! (ponderei até ir com um dorsal falseado)
E no meio de todas estas incertezas e reviravoltas fui. Sem a minha companheira de corridas, por motivos de lesão... Fui, com um nervoso miudinho que me tirou horas de sono, mas fui.
E foi duro, durissimo.
Imenso calor e imensa gente. Não consegui usufruir da passagem na ponte como eu tanto desejava, porque estava mais focada em não ser albarroada por alguém e não tirar os olhos do caminho!
Estava a bom ritmo até ao km 13 quando as pernas começaram a ceder e o calor extenuante me deixou literalmente sem chão! Quebra de tensão, falta de açucar, desidratação... Qualquer origem pode ser válida. Fiz tudo o que consegui para evitar, bebi agua em todos os pontos, tomei o gel energético, molhei a cara, a cabeça, o pescoço... Perdi uns bons minutos neste impasse e foi doloroso recomeçar e enfrentar o que ainda faltava para terminar..
Foi uma estreia com suor, sangue (sim pés ensaguentados no fim) e lágrimas (de alegria) quando terminei! Dei por mim a falar sózinha nesta parte final, a murmurar em surdina
"aguenta-te aguenta-te...!!).
Se isto da corrida não é para todos.. seguramente que não... E tem mais de espiritualidade do que um relógio garmin pode mostrar!
p.s. este blog está a tornar-se um blog de corrida... mas não é!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
20 kms
Ontem foi o dia da quase meia maratona.
Foram 20 kms em Cascais e soube a MARATONA quando passei a meta, 2 horas e 13 minutos depois de ter começado.
O dia começou cedo, com pouquissimas horas de sono, num misto de excitação, pavor e preocupação em fazer tudo tal e qual como me recomendaram os mestres desta coisa de correr.. Comer 3 horas antes do começo, para não ir com o estômago cheio, 2 bananas, 2 torradas com compota e um prato com massa cozida. Ter tudo pronto na mochila, sem esquecer o dorsal e o chip para pôr nos ténis. E estar a postos.
Chovia quando começou, céu cinzento e à volta os meus olhos só viam malta com pinta de "corredor"... Atléticos, todos equipados, antes da corrida já andavam a aquecer pelas ruas de Cascais..
O começo não custou, os primeiros 6 kms voaram sem que desse conta, o vento começou aos 8 kms, quando já tinhamos mar do lado esquerdo e o Guincho na linha do horizonte. Aos 10 kms pensei que faltavam mais dez.. faltava metade e isso deixa qualquer pessoa à beira do colapso nervosO. Valeu-me a música que ouvia e a companhia (responsável em parte por estar a escrever sobre corridas, a minha companheira de corridas e que vai um dia cumprir o sonho de cortar a meta de uma maratona comigo!!)
... Se fosse sózinha não desistia, mas ia ser bem mais penoso. Aos 16 kms, um arrepio na espinha, e as pernas a falharem... dores nos ossos, dores nos pés (pensei que sangrassem, mas foi só em pensamento..), dores no pescoço, no cabelo, olhos a arder com o sal da cara... O chamado muro psicológico. Dei cabo dele, molhei a cara com a garrafa de agua, tomei mais um gel (açucar puro em forma de gel...horrível mas faz milagres) e continuei... Já só faltavam 4...
E a meta!!! O fim!! Foram os meus primeiros 20. E teve tudo de bom, porque acabei e aqui estou eu pronta para outra... Agora a meia-maratona à séria, porque esta só teve direito a 20kms.
Foram 20 kms em Cascais e soube a MARATONA quando passei a meta, 2 horas e 13 minutos depois de ter começado.
O dia começou cedo, com pouquissimas horas de sono, num misto de excitação, pavor e preocupação em fazer tudo tal e qual como me recomendaram os mestres desta coisa de correr.. Comer 3 horas antes do começo, para não ir com o estômago cheio, 2 bananas, 2 torradas com compota e um prato com massa cozida. Ter tudo pronto na mochila, sem esquecer o dorsal e o chip para pôr nos ténis. E estar a postos.
Chovia quando começou, céu cinzento e à volta os meus olhos só viam malta com pinta de "corredor"... Atléticos, todos equipados, antes da corrida já andavam a aquecer pelas ruas de Cascais..
O começo não custou, os primeiros 6 kms voaram sem que desse conta, o vento começou aos 8 kms, quando já tinhamos mar do lado esquerdo e o Guincho na linha do horizonte. Aos 10 kms pensei que faltavam mais dez.. faltava metade e isso deixa qualquer pessoa à beira do colapso nervosO. Valeu-me a música que ouvia e a companhia (responsável em parte por estar a escrever sobre corridas, a minha companheira de corridas e que vai um dia cumprir o sonho de cortar a meta de uma maratona comigo!!)
... Se fosse sózinha não desistia, mas ia ser bem mais penoso. Aos 16 kms, um arrepio na espinha, e as pernas a falharem... dores nos ossos, dores nos pés (pensei que sangrassem, mas foi só em pensamento..), dores no pescoço, no cabelo, olhos a arder com o sal da cara... O chamado muro psicológico. Dei cabo dele, molhei a cara com a garrafa de agua, tomei mais um gel (açucar puro em forma de gel...horrível mas faz milagres) e continuei... Já só faltavam 4... E a meta!!! O fim!! Foram os meus primeiros 20. E teve tudo de bom, porque acabei e aqui estou eu pronta para outra... Agora a meia-maratona à séria, porque esta só teve direito a 20kms.
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